A secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, tentará obter, junto ao Ministério das Cidades, a liberação de R$ 130 milhões para a recuperação dos canais da Baixada Campista, no Norte Fluminense. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (16/02) por ela ao apresentar a conclusão dos estudos para o Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE/RJ) para as Regiões Hidrográficas de Macaé, Rio das Ostras, Baixo Paraíba do Sul e Itabapoana, no auditório da Prefeitura de Campos, no Norte Fluminense. Na ocasião, Marilene afirmou que apresentará, já nos próximos dias, o estudo para o ZEE referente às Bacias do Médio Paraíba, Região dos Lagos e Baía de Guanabara.
Marilene foi recebida pela prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, que elogiou a iniciativa da Secretaria e defendeu a ampliação de parcerias entre o Estado, governo federal e prefeituras do interior fluminense para resolver as questões ambientais da região. A prefeita também citou o presidente do Inea, Luiz Firmino Martins, como um importante parceiro e destacou sua luta para recuperar ambientalmente os municípios do Norte Fluminense. “Unir municípios é importante, sobretudo, para resolver questões antigas sob o ponto de vista ambiental”, acrescentou a prefeita Rosinha que pediu à secretária ajuda aos municípios para o tratamento de canais da Baixada Campista. Campos e municípios da região foram castigadas pelas chuvas.
O secretário estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Christino Áureo, que também esteve presente na apresentação do estudo do ZEE, destacou que o Zoneamento Ecológico Econômico representa um grande passo para a melhoria da qualidade de vida do município de Campos e de seu entorno.
Marilene fez a apresentação da conclusão de estudos do ZEE. Segundo Marilene Ramos, a ferramenta será fundamental para o planejamento econômico e ambiental do interior do estado do Rio.
- Existem áreas onde há formações florestais, outras são áreas de pastagem, há ainda áreas de agricultura. O que queremos propor é que preservemos as áreas de reflorestamento, por exemplo, e saibamos quais são as localidades com solos mais pobres, quais são as áreas mais indicadas para realizar atividades agrícolas. O objetivo é organizar o uso das diversas atividades – acrescentou.
O (ZEE-RJ) é um instrumento estratégico de planejamento regional e gestão territorial, envolvendo estudos sobre o meio ambiente, os recursos naturais e as relações entre a sociedade e a natureza. Os estudos servem como subsídio para negociações democráticas entre os órgãos governamentais, o setor privado e a sociedade civil sobre um conjunto de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável.
O estudo foi feito por corpo técnico composto por pelo menos 30 pessoas da UFRJ, do Inea e da Secretaria estadual de Agricultura, cujo detalhamento foi feito pela professora Ana Luíza, da UFRJ, uma das coordenadoras do estudo.
A Lei Estadual no 5.067, aprovada em 9 de julho de 2007, indicou critérios para o Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Rio de Janeiro e para a implantação da atividade de silvicultura econômica no estado.
Após do detalhamento do projeto, a audiência foi aberta para debates onde várias sugestões foram apresentadas, algumas das quais serão inseridas no projeto como por exemplo a redução da burocracia para liberação de licenciamento de pequenos empreendimentos na área agrícola.
Marilene foi recebida pela prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, que elogiou a iniciativa da Secretaria e defendeu a ampliação de parcerias entre o Estado, governo federal e prefeituras do interior fluminense para resolver as questões ambientais da região. A prefeita também citou o presidente do Inea, Luiz Firmino Martins, como um importante parceiro e destacou sua luta para recuperar ambientalmente os municípios do Norte Fluminense. “Unir municípios é importante, sobretudo, para resolver questões antigas sob o ponto de vista ambiental”, acrescentou a prefeita Rosinha que pediu à secretária ajuda aos municípios para o tratamento de canais da Baixada Campista. Campos e municípios da região foram castigadas pelas chuvas.
O secretário estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Christino Áureo, que também esteve presente na apresentação do estudo do ZEE, destacou que o Zoneamento Ecológico Econômico representa um grande passo para a melhoria da qualidade de vida do município de Campos e de seu entorno.
Marilene fez a apresentação da conclusão de estudos do ZEE. Segundo Marilene Ramos, a ferramenta será fundamental para o planejamento econômico e ambiental do interior do estado do Rio.
- Existem áreas onde há formações florestais, outras são áreas de pastagem, há ainda áreas de agricultura. O que queremos propor é que preservemos as áreas de reflorestamento, por exemplo, e saibamos quais são as localidades com solos mais pobres, quais são as áreas mais indicadas para realizar atividades agrícolas. O objetivo é organizar o uso das diversas atividades – acrescentou.
O (ZEE-RJ) é um instrumento estratégico de planejamento regional e gestão territorial, envolvendo estudos sobre o meio ambiente, os recursos naturais e as relações entre a sociedade e a natureza. Os estudos servem como subsídio para negociações democráticas entre os órgãos governamentais, o setor privado e a sociedade civil sobre um conjunto de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável.
O estudo foi feito por corpo técnico composto por pelo menos 30 pessoas da UFRJ, do Inea e da Secretaria estadual de Agricultura, cujo detalhamento foi feito pela professora Ana Luíza, da UFRJ, uma das coordenadoras do estudo.
A Lei Estadual no 5.067, aprovada em 9 de julho de 2007, indicou critérios para o Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Rio de Janeiro e para a implantação da atividade de silvicultura econômica no estado.
Após do detalhamento do projeto, a audiência foi aberta para debates onde várias sugestões foram apresentadas, algumas das quais serão inseridas no projeto como por exemplo a redução da burocracia para liberação de licenciamento de pequenos empreendimentos na área agrícola.
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