O Índice de Confiança (Icon) dos micro e pequenos empresários fluminenses, medido pelo Sebrae/RJ e FGV, registrou, no quarto trimestre de 2008, 61,8 pontos contra 67,9 do trimestre anterior. Apesar de ter chegado ao patamar mais baixo desde o início da série, 53,6% dos donos de pequenos negócios no estado ainda consideram as expectativas boas ou muito boas.
- Em função dos últimos acontecimentos, houve uma queda na confiança do empresariado. O número que considerava as expectativas boas ou muito boas caiu cerca de 16 pontos percentuais e boa parte deles migrou para a categoria dos que consideram as expectativas razoáveis. Ainda não se desenha um quadro de pessimismo generalizado - explica Cezar Kirszenblatt, gerente de Estratégias e Diretrizes do Sebrae/RJ, ressaltando que boa parte das empresas fluminenses são de serviços e comércio, que provavelmente demoraram mais a sentir os impactos da crise nos últimos meses do ano passado.
Já o Índice de Dinamismo (Idin), que mede o nível de investimento das micro e pequenas empresas, atingiu 17 pontos no quarto trimestre contra 21,2 no período anterior. Segundo Kirszenblatt, no entanto, a pequena queda foi um movimento natural, já que, o terceiro trimestre registrou um pico do índice, que foi o maior da série histórica.
- Mesmo com a crise, o Idin do quarto trimestre foi maior do que o do primeiro e terceiro trimestre de 2007 e do que o segundo trimestre de 2008 - ressalta.
- Em função dos últimos acontecimentos, houve uma queda na confiança do empresariado. O número que considerava as expectativas boas ou muito boas caiu cerca de 16 pontos percentuais e boa parte deles migrou para a categoria dos que consideram as expectativas razoáveis. Ainda não se desenha um quadro de pessimismo generalizado - explica Cezar Kirszenblatt, gerente de Estratégias e Diretrizes do Sebrae/RJ, ressaltando que boa parte das empresas fluminenses são de serviços e comércio, que provavelmente demoraram mais a sentir os impactos da crise nos últimos meses do ano passado.
Já o Índice de Dinamismo (Idin), que mede o nível de investimento das micro e pequenas empresas, atingiu 17 pontos no quarto trimestre contra 21,2 no período anterior. Segundo Kirszenblatt, no entanto, a pequena queda foi um movimento natural, já que, o terceiro trimestre registrou um pico do índice, que foi o maior da série histórica.
- Mesmo com a crise, o Idin do quarto trimestre foi maior do que o do primeiro e terceiro trimestre de 2007 e do que o segundo trimestre de 2008 - ressalta.
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