A secretária de Estado do Ambiente, Marilene Ramos, e o prefeito de Belford Roxo, Alcides Rolim, sobrevoaram nesta quarta-feira (14/01) a área do lixão no bairro Recantus (antigo Babi), e fecharam acordo para suspender a operação no local no prazo de 30 dias. No aterro são despejadas diariamente 700 toneladas de lixo, que a partir de fevereiro irão para o aterro sanitário de Nova Iguaçu. O novo aterro vai funcionar no mesmo local e obedecerá normas técnicas estabelecidas pela Secretaria do Ambiente. O prazo para conclusão da obra é de oito meses.
Segundo Marilene Ramos, o aterro sanitário de Belford Roxo é um dos principais problemas da cidade. Ela enfatizou que a assinatura do convênio está sendo tratada como prioridade. "O aterro virou um lixão mesmo, pois a desorganização é total. O lixo está indo para a água e poluindo os rios. A situação é degradante", destacou a secretária.
O aterro sanitário está dividido em três áreas para despejo de lixo, causando transtornos ambientais para a população. "Nossa idéia é fazer um aterro só. Acredito que dentro de um mês o acordo com o Governo Estadual já estará assinado. Iremos colocar cercas seletivas ao longo do Rio Botas para evitar que o lixo fique espalhado nas margens e depois vá para a água. O novo aterro vai suprir todas as necessidades da população", destacou o prefeito.
O prefeito de Belford Roxo, Alcides Rolim, frisou que a situação dos cerca de 300 catadores que trabalham no local também será resolvida. Rolim adiantou que a Secretaria de Bem-Estar Social vai cadastrar e depois realocar para a coleta seletiva as pessoas que atualmente trabalham no lixão. "É uma forma de ressocializarmos essas pessoas", resumiu o prefeito.
Segundo Marilene Ramos, o aterro sanitário de Belford Roxo é um dos principais problemas da cidade. Ela enfatizou que a assinatura do convênio está sendo tratada como prioridade. "O aterro virou um lixão mesmo, pois a desorganização é total. O lixo está indo para a água e poluindo os rios. A situação é degradante", destacou a secretária.
O aterro sanitário está dividido em três áreas para despejo de lixo, causando transtornos ambientais para a população. "Nossa idéia é fazer um aterro só. Acredito que dentro de um mês o acordo com o Governo Estadual já estará assinado. Iremos colocar cercas seletivas ao longo do Rio Botas para evitar que o lixo fique espalhado nas margens e depois vá para a água. O novo aterro vai suprir todas as necessidades da população", destacou o prefeito.
O prefeito de Belford Roxo, Alcides Rolim, frisou que a situação dos cerca de 300 catadores que trabalham no local também será resolvida. Rolim adiantou que a Secretaria de Bem-Estar Social vai cadastrar e depois realocar para a coleta seletiva as pessoas que atualmente trabalham no lixão. "É uma forma de ressocializarmos essas pessoas", resumiu o prefeito.

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