O governador Sérgio Cabral admitiu a existência de uma relação de comunidades cariocas que vão receber o mesmo tipo de policiamento comunitário que o Governo do Estado está implantando no Morro Santa Marta, em Botafogo, e que será levado na semana que vem para a Cidade de Deus, em Jacarepaguá, e para a Favela do Batan, em Realengo. Cabral, no entanto, considerou que, por questões estratégicas, não deve divulgar ainda a lista.
O comentário foi feito pouco antes de participar de um café da manhã, em um hotel de Copacabana, nesta terça-feira (13/1), quando a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) deu início às obras que vão acabar com o mau cheiro na elevatória do Parafuso, no mesmo bairro.
– Numa cidade como o Rio, com muitos problemas em muitos lugares, não adianta abraçar de uma só vez esses problemas. Não se vai conseguir resolvê-los todos de uma só vez. Tem de haver uma política de confronto permanente com as forças criminosas, mas a ocupação tem de ser caso a caso. Para universalizar o processo há de ser local. Sem foco não se chega a lugar algum. Foi assim no Santa Marta, Batan e Cidade de Deus – argumentou.
O governador disse que vai estender a renovação da frota da Polícia Militar para o interior nos mesmos moldes do que foi feito na capital e nas demais cidades, com a terceirização da manutenção.
– Vamos decidir quais os primeiros municípios que vão receber os novos carros. Até o fim do ano, espero renovar a frota de todos os batalhões do interior, mas, no momento, temos condições de equipar apenas duas cidades pólos na área de segurança - afirmou.
O comentário foi feito pouco antes de participar de um café da manhã, em um hotel de Copacabana, nesta terça-feira (13/1), quando a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) deu início às obras que vão acabar com o mau cheiro na elevatória do Parafuso, no mesmo bairro.
– Numa cidade como o Rio, com muitos problemas em muitos lugares, não adianta abraçar de uma só vez esses problemas. Não se vai conseguir resolvê-los todos de uma só vez. Tem de haver uma política de confronto permanente com as forças criminosas, mas a ocupação tem de ser caso a caso. Para universalizar o processo há de ser local. Sem foco não se chega a lugar algum. Foi assim no Santa Marta, Batan e Cidade de Deus – argumentou.
O governador disse que vai estender a renovação da frota da Polícia Militar para o interior nos mesmos moldes do que foi feito na capital e nas demais cidades, com a terceirização da manutenção.
– Vamos decidir quais os primeiros municípios que vão receber os novos carros. Até o fim do ano, espero renovar a frota de todos os batalhões do interior, mas, no momento, temos condições de equipar apenas duas cidades pólos na área de segurança - afirmou.

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