segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Obras do PAC na área da Embratel começam na próxima semana

Créditos á EMOP-RJ

Rio de Janeiro

As obras no Conjunto da Embratel, em Manguinhos, começam na próxima semana. As primeiras famílias já foram transferidas para o aluguel social e os barracos onde moravam demolidos para dar início às obras de urbanização da região e sondagem no terreno para a construção de prédios para relocação. Os técnicos da Empresa de Obras Públicas (Emop) estiveram estudando a área durante essa semana, ajudando as famílias a retirar suas coisas e levar para a nova casa.

Para o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, essas intervenções são necessárias porque, além de resgatar a dignidade dos moradores, vão garantir uma melhor qualidade de vida para aquela população. Pezão lembrou que grande parte das casas era feita de madeira, com piso de chão batido e o esgoto era despejado diretamente no córrego próximo, ou corria a céu aberto. Com isso a região estava permanentemente úmida, possibilitando o aparecimento de inúmeras doenças, principalmente em crianças e idosos.

- Essas obras vão trazer mais qualidade de vida para a população, garantindo saúde e casas dignas para os moradores. Esse, por sinal, é o grande foco do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): promover a cidadania. As obras levam aos moradores habitações dignas, saneamento básico, educação, cultura, esporte e programas de incentivo à geração de renda, entre outros – afirmou Pezão.

Além disso, a partir desse final de semana, a pista da Avenida Leopoldo Bulhões, próxima à linha férrea, entre Bonsucesso e Benfica, estará interditada ao tráfego. Apenas uma pista estará aberta, em mão dupla, para o fluxo do trânsito. Na parte fechada será montado o canteiro de obra para a elevação da via férrea e a construção do Parque Metropolitano, que abrigará ciclovia, áreas de lazer e esportes, quiosques de alimentação, estacionamento, boxes para o comércio e uma estação intermodal, permitindo a integração de ônibus e trem na região.

O presidente da Associação de Moradores, Leonardo da Silva, pleiteou junto aos técnicos a manutenção de um dos galpões abandonados da Embratel dentro da comunidade, para a implantação de projetos sociais e de geração de renda. Uma comissão de moradores e técnicos vai começar a estudar as alternativas para o espaço.

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