A Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Alegria, no Caju, aos poucos atinge a sua capacidade plena de receber e tratar carga orgânica de bairros centrais e da Zona Norte do Rio, o que deverá se completar no início do ano que vem. Também no final do primeiro trimestre de 2009, a ETE Alegria inaugura o seu sistema de tratamento secundário, que retira 98% de carga orgânica do esgoto recebido – no momento, a estação apenas elimina os resíduos sólidos antes de lançar o esgoto na Baía de Guanabara.
A estação já recebe, desde o ano passado, esgoto dos bairros do Andaraí, Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Grajaú, Macaranã, Praça da Bandeira, Rio Comprido, Santo Cristo, São Cristóvão, São Francisco Xavier, Tijuca e Vila Isabel, beneficiando cerca de 1,5 milhão de moradores. Toda essa rede compreende uma extensão de 15.500 metros de troncos e integra o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Para demonstrar a melhor qualidade da água que estará sendo lançada na Baía e até servir de atração turística, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) está implantando um aquário no subsolo da ETE, repleto de peixes de variadas espécies.
– A ETE Alegria vai ser transformada em um centro de referência ambiental para visitação de estudantes e de outras pessoas interessadas – previu o presidente da companhia, Wagner Victer.
A afirmação de Victer foi feita momentos antes da inauguração pelo governador em exercício Luiz Fernando Pezão, nesta terça-feira, pela manhã, da interligação do tronco coletor de esgotos Barão de Teffé, na Zona Portuária, com o tronco coletor que começa na Praça Mauá, no Centro do Rio. Com esta obra, agora são 1.050 litros de esgotos por segundo que estão sendo levados diretamente para a ETE Alegria e não mais para a Baía de Guanabara. Mil litros por segundo saem do Centro do Rio e 50 litros da Zona Portuária.
A interligação do esgoto inaugurada hoje, na Avenida Rodrigues Alves, esquina com a Rua Barão de Teffé, ajudará na futura revitalização da Zona Portuária, planejada pelo prefeito eleito Eduardo Paes.
– Além de permitir a modernização e ampliação das edificações atuais, os prédios que futuramente forem construídos nesta área já estarão ligados ao tronco coletor, evitando que o esgoto seja despejado na Baía de Guanabara. O governo do estado, mais uma vez, sai na frente neste processo de revitalização da Zona Portuária – exaltou Pezão.
O governador em exercício revelou que, em reunião com Eduardo Paes, ontem à noite, foi informado de suas negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento de vários projetos de revitalização da área, muitos deles iniciados no âmbito do governo estadual em parceria com o Ministério das Cidades e que serão encampados pela prefeitura, a partir de 2009.
– Esta região é o futuro do Rio de Janeiro – completou Pezão.
A obra beneficia uma população flutuante nesta área do Rio de cerca de 30 mil pessoas. A interligação contemplará diversas localidades da região portuária, entre elas as avenidas Venezuela e Rodrigues Alves e as ruas Barão de Teffé, Antônio Lajes, Edgar Gordilho e Américo Rangel, no bairro da Saúde e na Praça Mauá. Com a profundidade de oito metros do Tronco Alegria, o escoamento do esgoto desta área da Zona Portuária é feito por gravidade, permitindo à desativação da antiga Estação Elevatória de Esgoto Barão de Tefé, com conseqüente redução de gastos operacionais, como energia elétrica e manutenção eletromecânica.
Segundo a secretária do Ambiente, Marilene Ramos, as obras de despoluição da Baía de Guanabara e do complexo lagunar da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, feitas em parceria com a Cedae, estão sendo financiadas com recursos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam).
– Entre 2007 e 2008, destinamos R$ 200 milhões para essas obras. Com isso, o governo do estado impede que toneladas de esgotos sejam jogadas nos dois sistemas hídricos do Rio. Mas precisamos fazer muito mais para eliminar o enorme déficit ambiental no nosso estado, investir algo em torno de R$ 600 milhões por ano – estimou Marilene Ramos, antecipando que o governo do estado está tentando obter recursos para iniciar os sistemas de Pavuna e Sarapuí, também partes do PDBG.
A estação já recebe, desde o ano passado, esgoto dos bairros do Andaraí, Benfica, Caju, Catumbi, Centro, Cidade Nova, Estácio, Gamboa, Grajaú, Macaranã, Praça da Bandeira, Rio Comprido, Santo Cristo, São Cristóvão, São Francisco Xavier, Tijuca e Vila Isabel, beneficiando cerca de 1,5 milhão de moradores. Toda essa rede compreende uma extensão de 15.500 metros de troncos e integra o Programa de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG).
Para demonstrar a melhor qualidade da água que estará sendo lançada na Baía e até servir de atração turística, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) está implantando um aquário no subsolo da ETE, repleto de peixes de variadas espécies.
– A ETE Alegria vai ser transformada em um centro de referência ambiental para visitação de estudantes e de outras pessoas interessadas – previu o presidente da companhia, Wagner Victer.
A afirmação de Victer foi feita momentos antes da inauguração pelo governador em exercício Luiz Fernando Pezão, nesta terça-feira, pela manhã, da interligação do tronco coletor de esgotos Barão de Teffé, na Zona Portuária, com o tronco coletor que começa na Praça Mauá, no Centro do Rio. Com esta obra, agora são 1.050 litros de esgotos por segundo que estão sendo levados diretamente para a ETE Alegria e não mais para a Baía de Guanabara. Mil litros por segundo saem do Centro do Rio e 50 litros da Zona Portuária.
A interligação do esgoto inaugurada hoje, na Avenida Rodrigues Alves, esquina com a Rua Barão de Teffé, ajudará na futura revitalização da Zona Portuária, planejada pelo prefeito eleito Eduardo Paes.
– Além de permitir a modernização e ampliação das edificações atuais, os prédios que futuramente forem construídos nesta área já estarão ligados ao tronco coletor, evitando que o esgoto seja despejado na Baía de Guanabara. O governo do estado, mais uma vez, sai na frente neste processo de revitalização da Zona Portuária – exaltou Pezão.
O governador em exercício revelou que, em reunião com Eduardo Paes, ontem à noite, foi informado de suas negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para financiamento de vários projetos de revitalização da área, muitos deles iniciados no âmbito do governo estadual em parceria com o Ministério das Cidades e que serão encampados pela prefeitura, a partir de 2009.
– Esta região é o futuro do Rio de Janeiro – completou Pezão.
A obra beneficia uma população flutuante nesta área do Rio de cerca de 30 mil pessoas. A interligação contemplará diversas localidades da região portuária, entre elas as avenidas Venezuela e Rodrigues Alves e as ruas Barão de Teffé, Antônio Lajes, Edgar Gordilho e Américo Rangel, no bairro da Saúde e na Praça Mauá. Com a profundidade de oito metros do Tronco Alegria, o escoamento do esgoto desta área da Zona Portuária é feito por gravidade, permitindo à desativação da antiga Estação Elevatória de Esgoto Barão de Tefé, com conseqüente redução de gastos operacionais, como energia elétrica e manutenção eletromecânica.
Segundo a secretária do Ambiente, Marilene Ramos, as obras de despoluição da Baía de Guanabara e do complexo lagunar da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, feitas em parceria com a Cedae, estão sendo financiadas com recursos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam).
– Entre 2007 e 2008, destinamos R$ 200 milhões para essas obras. Com isso, o governo do estado impede que toneladas de esgotos sejam jogadas nos dois sistemas hídricos do Rio. Mas precisamos fazer muito mais para eliminar o enorme déficit ambiental no nosso estado, investir algo em torno de R$ 600 milhões por ano – estimou Marilene Ramos, antecipando que o governo do estado está tentando obter recursos para iniciar os sistemas de Pavuna e Sarapuí, também partes do PDBG.

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