Apesar da crise financeira mundial, boa parte do empresariado fluminense permanece otimista quanto ao crescimento do setor industrial aqui e no restante do país. É o que aponta pesquisa realizada pelo Sistema FIRJAN com 331 empresas industriais do estado do Rio de Janeiro, entre os dias 16 e 22 de outubro. A expectativa no que diz respeito ao nível de consumo de seus produtos em 2009 irá aumentar segundo 37,9% dos entrevistados, se manterá para 35,3% (somando 73,2% estes dois itens) e apenas 23% disseram que a demanda será reduzida. Quanto à expectativa do número de empregados, 52% disseram que vão manter o atual quadro, 23,3% que irão aumentar e apenas 21,5% que reduzirão o número de funcionários.
Quanto ao crescimento do Brasil para o próximo ano, 35% disseram que o efeito da crise internacional terá alto impacto sobre o país, 18,4% terá médio impacto e quase 40% responderam que a crise terá pouco impacto sobre o desenvolvimento em 2009. Embora a maioria concorde que a atual conjuntura terá reflexos sobre o crescimento ano que vem, 71% se mostram otimistas e acreditam na capacidade de o país superar a crise.
Para enfrentar o momento com mais vigor e reduzir o impacto da atual tensão financeira, os industriais fluminenses propõem ao governo reduzir a taxa de juros (28,8% das respostas), reduzir gasto de pessoal (23%) e acelerar as reformas (21,8%).
Segundo a avaliação dos entrevistados, a demanda pelos produtos das empresas desde o início da crise não sofreu alteração (58%) e para 4,2% aumentou. Para 37,2% dos entrevistados, entretanto, as vendas foram reduzidas. Sobre os principais impactos da crise nos investimentos em andamento, 54,4% mantiveram seus planos, e apenas 20,8% disseram ter diminuído o ritmo de seus investimentos; 17,2% congelaram os investimentos até a crise passar.
Quanto às linhas de financiamento para investimento, cerca de 52% não sentiram os efeitos de oferta e prazos; 26,6% disseram sentir a diminuição da oferta e aumento de custo, e 21,8% aumento de prazo. Em relação à origem dos recursos para investimentos, 59,6% responderam que se utilizam capital próprio e 36,7% se utilizam do mercado de crédito nacional. A pesquisa foi realizada com 8,8% de empresas de grande porte, 32% de médio porte e 59,2% de pequeno porte.
Quanto ao crescimento do Brasil para o próximo ano, 35% disseram que o efeito da crise internacional terá alto impacto sobre o país, 18,4% terá médio impacto e quase 40% responderam que a crise terá pouco impacto sobre o desenvolvimento em 2009. Embora a maioria concorde que a atual conjuntura terá reflexos sobre o crescimento ano que vem, 71% se mostram otimistas e acreditam na capacidade de o país superar a crise.
Para enfrentar o momento com mais vigor e reduzir o impacto da atual tensão financeira, os industriais fluminenses propõem ao governo reduzir a taxa de juros (28,8% das respostas), reduzir gasto de pessoal (23%) e acelerar as reformas (21,8%).
Segundo a avaliação dos entrevistados, a demanda pelos produtos das empresas desde o início da crise não sofreu alteração (58%) e para 4,2% aumentou. Para 37,2% dos entrevistados, entretanto, as vendas foram reduzidas. Sobre os principais impactos da crise nos investimentos em andamento, 54,4% mantiveram seus planos, e apenas 20,8% disseram ter diminuído o ritmo de seus investimentos; 17,2% congelaram os investimentos até a crise passar.
Quanto às linhas de financiamento para investimento, cerca de 52% não sentiram os efeitos de oferta e prazos; 26,6% disseram sentir a diminuição da oferta e aumento de custo, e 21,8% aumento de prazo. Em relação à origem dos recursos para investimentos, 59,6% responderam que se utilizam capital próprio e 36,7% se utilizam do mercado de crédito nacional. A pesquisa foi realizada com 8,8% de empresas de grande porte, 32% de médio porte e 59,2% de pequeno porte.

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